Não é descuido e definitivamente não é uma escolha.
É uma doença crônica, complexa e multifatorial, que envolve fatores genéticos, hormonais, ambientais e comportamentais e, como toda doença crônica, precisa de acompanhamento contínuo.
Tratar obesidade vai muito além de “fechar a boca”. Exige estratégia, individualização, suporte profissional e, muitas vezes, tratamento medicamentoso associado a mudanças sustentáveis no estilo de vida.
Culpa não trata.
Preconceito não trata.
Abordagem médica estruturada, sim.